18 de dezembro de 2008

Obrigado!

"Para responder àqueles que dizem que a coligação não tem obra para apresentar, Armindo Costa enumerou uma série de projectos levados a cabo nos últimos dois mandatos, como o Pavilhão Municipal Terras de Vermoim, a criação da ecopista na antiga linha ferroviária de Famalicão-Póvoa de Varzim, a reabilitação do pavilhão municipal da cidade, investimentos na rede viária e no parque escolar." ("Cidade Hoje", de hoje)

Sete anos depois, 450 milhões de euros de receitas depois, isto é, quase noventa milhões de contos de receitas depois, é este o legado da coligação PSD/CDS aos Famalicenses: um pavilhão, uma ecopista provisória, uma piscina e obras de reabilitação.

O presidente, afinal, deu razão "àqueles"!

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17 de outubro de 2008

Cada cavadela...

A propósito da criação de empresas municipais, a imprensa local recolheu declarações do presidente da Câmara que afirmou que o assunto "ainda está numa fase embrionária, ainda na selecção de uma empresa para fazer o estudo".

Mais declarou o presidente que "garante que não haverá empresas municipais nos próximos cinco anos". "Não vamos criar empresas municipais" afirmou, peremptório.

Ficamos então a aguardar, com curiosidade, para sabermos qual será a empresa escolhida para fazer um estudo inútil e quanto vamos pagar por essa inutilidade.

Haja Deus!

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5 de agosto de 2008

Mais vozes...

"António Peixoto não deixa de lamentar que a Câmara Municipal de Famalicão ande a 'reboque' de privados para promover obras que são da sua responsabilidade e que são de 'primordial importância' para a comunidade. O presidente da ACIF considera 'lamentável' que a duplicação da EN14, apesar de há muito identificada como necessária para potenciar o desenvolvimento económico do concelho (...) tenha de depender de investimentos privados".
No "O Povo Famalicense" de hoje.

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25 de junho de 2008

Planeamento moderno

Segundo "Opinião Pública" de hoje, o presidente da Câmara visitou a freguesia de Vale S. Cosme e desafiou a Junta: tem de escolher entre uma piscina ou um pavilhão gimnodesportivo e uma praia fluvial!!!!

Assim mesmo, à escolha, como nas barracas de tiro ao alvo das Antoninas!

Claro que, Vale S. Cosme escolhendo, as freguesias vizinhas já não terão as mesmas escolhas, mas isso que importa a esta Câmara? Pois, se ela própria não sabe o que há-de fazer….

Planeamento?! O que é isso?!

Para fechar a reportagem com chave de ouro, a repórter acrescenta: ”A Junta pediu também à Câmara o alargamento das redes de água e saneamento, que ‘estão muito atrasadas’, reconheceu Armindo Costa, garantindo que vai avançar com o projecto destas infra-estruturas”.

Querem mais ridículo ainda?

É difícil!

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17 de junho de 2008

Grande pesadelo

"Confesso que aderi com grande entusiasmo e convicção ao 'Grande Projecto' que a coligação PSD-CDS apresentou aos famalicenses (já lá vão sete anos), principalmente nos domínios do planeamento urbanístico, qualificação ambiental, protecção da natureza ('corredor verde', lembram-se), enfim, promoção de uma política de desenvolvimento sustentável de todo o território municipal.
Foi sol de pouca dura e rapidamente tudo se esfumou numa espiral de atentados (alguns bem violentos) a esses mesmos valores, numa evidente lógica de submissão do interesse público a interesses privados (bem visível até à vista desarmada). Daí a minha grande desilusão com o grande projecto que rapidamente se transformou em grande pesadelo para a comunidade famalicense ('vox populi, ad nauseam'). Há dias, em parangonas num semanário da concorrência podia ler-se: 'voluntariamente não me candidato'. Meu caro Armindo: desta vez não me desiludas".
Raul Tavares Bastos, deputado municipal do CDS
No "O Povo Famalicense" de hoje

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3 de junho de 2008

Para memória futura

“Não é fácil apanharem qualquer ilegalidade ao Armindo Costa antes, durante e depois de se ter dedicado à Câmara Municipal de Famalicão”.
Afirmado pelo próprio n’”O Povo Famalicense” de hoje

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1 de fevereiro de 2008

Sem vergonha

Os vereadores do Partido Socialista tomaram conhecimento, através da comunicação social, das declarações do presidente da Câmara Municipal a propósito da denúncia que o Partido Socialista fez à perseguição a que têm estado sujeitos alguns colaboradores da Autarquia.

Os vereadores do PS foram lamentavelmente insultados, ironicamente nas suas costas, pelo presidente da Câmara. Foi um insulto a despropósito e sem fundamento, indigno da posição pública que ocupa, que o devia envergonhar e que envergonha os Famalicenses.

Mas as declarações, apesar de insultuosas, não nos surpreendem: habituado a mandar e a ser obedecido, o presidente da Câmara convive mal com a independência e com a crítica, irritando-se com excessiva frequência e quebrando com muita facilidade o frágil verniz com que pretende escamotear o estilo conflituoso que cultiva quando se trata de lidar com quem tem uma opinião diferente da sua.

Os vereadores do PS, que, evidentemente, já se habituaram ao estilo, desvalorizam-no e carregam-no como um sacrifício adicional que têm de suportar para defenderem o que entendem serem os interesses dos Famalicenses. Seria impossível cumprirmos as nossas responsabilidades com independência e empenho se não fossemos capazes de relativizar muito do que o presidente afirma. O que ele diz nem sempre se escreve e a sua voz, frequentemente, não chega ao céu.

Apesar de, nestas declarações, ter deliberadamente ultrapassado os limites do combate político para recorrer ao insulto pessoal, os vereadores do PS percebem que o fez em desespero de causa. Confrontado quinzenalmente com a incompetência da maioria que lidera e que escolheu e com os problemas que ele próprio cria, o presidente não pretende senão desviar atenções e achincalhar publicamente os vereadores do PS procurando diminuir o trabalho que têm realizado na Câmara Municipal e que, está visto, o incomoda muito.

Continuará a incomodar. Mas sempre com elevação, com respeito pelo órgão autárquico que integram, pelos adversários políticos e pelos limites que a dignidade deve impor ao exercício da actividade política. Os vereadores do PS não estão, por isso, disponíveis para disputas públicas de insultos nem para baixar o nível da actividade política em Vila Nova de Famalicão.

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24 de janeiro de 2008

Importam-se de repetir?! Sem gaguejar?!

"(...) os social democratas garantiram que 'nunca um trabalhador municipal foi beneficiado ou prejudicado por esta Câmara, em função do perfil ideológico'".
No "OP" de ontem

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20 de outubro de 2007

Que mais ouviremos dizer?!

O vereador dos transportes explicou no “Opinião Pública” desta semana uma nova forma de resolver o problema do estacionamento na nossa terra.

Confrontado com a falta de lugares para estacionamento junto do novo edifício do Tribunal, lembrou “sobretudo aos funcionários judiciais que ‘bem perto do tribunal existe o parque de estacionamento do E. Leclerc, que é público’”.

A coligação é assim: pronta para a fotografia, pronta para a inauguração, pronta para reclamar a obra como sua e… sempre pronta para meter a cabeça na areia, ignorando os problemas que existem mas não resolveu.

O novo edifício do Tribunal já está em construção há muito tempo. Cuidou a Câmara do estacionamento? Não! Tratou de estudar, propor, concretizar, a melhor forma de orientar o trânsito? Não! E, agora, tarde e más horas, tem soluções para os problemas? Não!

Incapaz de antecipar as dificuldades, incapaz de as resolver atempadamente, quando elas aparecem a culpa é sempre dos outros. E as soluções também: vão estacionar ao Leclerc!!!!

Esta é de antologia...

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3 de agosto de 2007

Efeitos do calor

Na reportagem da visita do Secretário de Estado da Justiça ao novo Tribunal (obviamente uma obra do Governo), o "Opinião Pública" desta semana escreve: "Armindo Costa, que acompanhou o membro do governo na visita às novas instalações, anunciou que vai convidar o Primeiro-ministro, José Sócrates, a vir a Famalicão inaugurar o novo tribunal".

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