22 de janeiro de 2009

Presidente de alguns famalicenses

A Assembleia de Freguesia de Gavião apreciou e aprovou, por unanimidade, a seguinte

PROPOSTA:

No dizer da própria, “A Câmara Municipal tem como uma das principais apostas fomentar a cooperação institucional com os órgãos representativos das Freguesias, tendo como finalidade a prossecução do interesse público e a melhoria da qualidade de vida de todos os Famalicenses, que é indissociável de uma actividade concertada e planeada entre as diversas instituições autárquicas do concelho.

O Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão tem efectuado um conjunto de visitas pelas freguesias do concelho.

A iniciativa visa analisar não só os problemas sentidos pelas comunidades locais que constituem o concelho, mas dar a conhecer as suas potencialidades, bem como os projectos que o Município, as Juntas de Freguesia e outras instituições locais dinamizam em prol do desenvolvimento coeso e equilibrado do território municipal.”

A freguesia de Gavião faz parte do Município de Vila Nova de Famalicão.

Foi já em 20 de Junho de 2003 a última vez que a freguesia de Gavião teve a oportunidade de receber o Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e demais Executivo em visita de trabalho.

Passados mais de cinco anos, seria com enorme gosto e satisfação que os Gavienses receberiam a notícia de nova visita do Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e dos seus Vereadores à freguesia de Gavião.

Seria uma oportunidade única de, em conjunto, se fazer uma avaliação das reais necessidades da população e de quanto tudo tem sido desenvolvido pela Câmara Municipal, pela Junta de Freguesia e pelas associações locais no sentido de as colmatar.

Daí que, neste momento, tendo a responsabilidade de interpretar o sentimento das gentes de Gavião e dando eco do mesmo, caiba à Assembleia de Freguesia de Gavião tomar a iniciativa de formalmente convidar o Exmo. Senhor Presidente da Câmara de Vila Nova de Famalicão para uma visita de trabalho à nossa freguesia e que permita, “in loco”, “… fomentar a cooperação institucional com os órgãos representativos das Freguesias, tendo como finalidade a prossecução do interesse público e a melhoria da qualidade de vida de todos os Famalicenses.”

Assim, o Grupo do Partido Socialista na Assembleia de Freguesia de Gavião propõe que esta, reunida em sessão ordinária no dia 26 de Setembro de 2008, delibere:

- que se aprove a presente proposta;

- que se enderece ao Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão o convite para que agende visita de trabalho à freguesia de Gavião de modo a que, com os órgãos autárquicos da freguesia e com as instituições locais, se analisem os problemas sentidos pelos Gavienses e se dêem a conhecer as potencialidades da freguesia e os projectos que o Município, a Junta de Freguesia e as outras instituições locais dinamizam ou pretendem dinamizar em prol do desenvolvimento da freguesia de Gavião;

- que se dê conhecimento da aprovação desta proposta a todos os Exmos. Senhores Vereadores da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

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18 de dezembro de 2008

Obrigado!

"Para responder àqueles que dizem que a coligação não tem obra para apresentar, Armindo Costa enumerou uma série de projectos levados a cabo nos últimos dois mandatos, como o Pavilhão Municipal Terras de Vermoim, a criação da ecopista na antiga linha ferroviária de Famalicão-Póvoa de Varzim, a reabilitação do pavilhão municipal da cidade, investimentos na rede viária e no parque escolar." ("Cidade Hoje", de hoje)

Sete anos depois, 450 milhões de euros de receitas depois, isto é, quase noventa milhões de contos de receitas depois, é este o legado da coligação PSD/CDS aos Famalicenses: um pavilhão, uma ecopista provisória, uma piscina e obras de reabilitação.

O presidente, afinal, deu razão "àqueles"!

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17 de outubro de 2008

Cada cavadela...

A propósito da criação de empresas municipais, a imprensa local recolheu declarações do presidente da Câmara que afirmou que o assunto "ainda está numa fase embrionária, ainda na selecção de uma empresa para fazer o estudo".

Mais declarou o presidente que "garante que não haverá empresas municipais nos próximos cinco anos". "Não vamos criar empresas municipais" afirmou, peremptório.

Ficamos então a aguardar, com curiosidade, para sabermos qual será a empresa escolhida para fazer um estudo inútil e quanto vamos pagar por essa inutilidade.

Haja Deus!

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25 de junho de 2008

Planeamento moderno

Segundo "Opinião Pública" de hoje, o presidente da Câmara visitou a freguesia de Vale S. Cosme e desafiou a Junta: tem de escolher entre uma piscina ou um pavilhão gimnodesportivo e uma praia fluvial!!!!

Assim mesmo, à escolha, como nas barracas de tiro ao alvo das Antoninas!

Claro que, Vale S. Cosme escolhendo, as freguesias vizinhas já não terão as mesmas escolhas, mas isso que importa a esta Câmara? Pois, se ela própria não sabe o que há-de fazer….

Planeamento?! O que é isso?!

Para fechar a reportagem com chave de ouro, a repórter acrescenta: ”A Junta pediu também à Câmara o alargamento das redes de água e saneamento, que ‘estão muito atrasadas’, reconheceu Armindo Costa, garantindo que vai avançar com o projecto destas infra-estruturas”.

Querem mais ridículo ainda?

É difícil!

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20 de junho de 2008

Cada cavadela, cada minhoca

De acordo com a edição desta semana do “Opinião Pública”, o presidente da Câmara afirmou que, com a abertura do concurso público para a realização de novo estudo prévio da variante poente, “a construção de uma Via Intermunicipal (VIM) que começaria na rotunda existente na Nacional 14 junto ao Lago Discount e terminaria à beira do Hospital da Trofa” está, agora, em “stand by”. O presidente invoca “algum arrefecimento” por parte do seu congénere da Trofa em relação à VIM.

Cada cavadela, cada minhoca.

Na altura própria, os vereadores do PS denunciaram: “tudo o que é apresentado sobre este projecto é demasiado surrealista e de uma fragilidade extrema, não tendo outra opção que não seja votar contra a proposta apresentada pelo Presidente da Câmara Municipal, pelo modo como a mesma foi atabalhoadamente concebida e elaborada.”

Recorde-se que este projecto era para ser apresentado “ao Governo”, para obter ajudas, até porque se destinava, também, a cumprir uma velha promessa da Câmara e a satisfazer uma velha aspiração da Continental-Mabor, que enfrenta todos dias grandes dificuldades nos acessos às suas instalações.

O povo de Lousado e a Continental-Mabor vão continuar a esperar….

Em apenas seis meses um “projecto estruturante”, diziam eles, que era para "apresentar ao Governo”, “arrefeceu” e agora ficou em “stand by”!!

Ninguém tem vergonha disto?! Ninguém se indigna com isto?!

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17 de junho de 2008

Grande pesadelo

"Confesso que aderi com grande entusiasmo e convicção ao 'Grande Projecto' que a coligação PSD-CDS apresentou aos famalicenses (já lá vão sete anos), principalmente nos domínios do planeamento urbanístico, qualificação ambiental, protecção da natureza ('corredor verde', lembram-se), enfim, promoção de uma política de desenvolvimento sustentável de todo o território municipal.
Foi sol de pouca dura e rapidamente tudo se esfumou numa espiral de atentados (alguns bem violentos) a esses mesmos valores, numa evidente lógica de submissão do interesse público a interesses privados (bem visível até à vista desarmada). Daí a minha grande desilusão com o grande projecto que rapidamente se transformou em grande pesadelo para a comunidade famalicense ('vox populi, ad nauseam'). Há dias, em parangonas num semanário da concorrência podia ler-se: 'voluntariamente não me candidato'. Meu caro Armindo: desta vez não me desiludas".
Raul Tavares Bastos, deputado municipal do CDS
No "O Povo Famalicense" de hoje

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3 de junho de 2008

Para memória futura

“Não é fácil apanharem qualquer ilegalidade ao Armindo Costa antes, durante e depois de se ter dedicado à Câmara Municipal de Famalicão”.
Afirmado pelo próprio n’”O Povo Famalicense” de hoje

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15 de maio de 2008

Mais realidades que devemos conhecer

Na última campanha eleitoral autárquica, mais precisamente em Julho de 2005, numa altura em que o desemprego já representava um grave problema no nosso concelho, quer pelo número de desempregados quer pelo facto de muitos terem mais de 45 anos e baixos níveis de qualificação técnica, o PS propôs prioridade à criação de condições de requalificação dos trabalhadores no desemprego, de forma a prepará-los para abraçarem outras tarefas, outras funções. A proposta era detalhada e consistente mas não mereceu, por parte da coligação PSD/CDS, senão desprezo. A coligação, como sabemos, sempre afirmou que o desemprego é um problema do Governo e, portanto, ignora-o.

No final de 2005, o CITEVE e a Microsoft criaram uma parceria para desenvolver um programa que denominaram Tecnologia, Inovação e Iniciativa, cuja implementação resultou na qualificação de mais de 1700 desempregados do sector têxtil. Quarenta por cento destes trabalhadores conseguiram reinserção no mercado de trabalho.

O sucesso do programa justificou o seu alargamento a outros sectores de actividade e justificou também uma cerimónia, realizada há dias, que mereceu a presença do Ministro do Trabalho e do Comissário Europeu para o Emprego.

Claro que o presidente da Câmara também lá foi e, como é habitual, cuidou de tirar as respectivas fotografias com as diversas individualidades presentes.

Quem viu as fotos até terá imaginado que a Câmara tinha alguma coisa a ver com aquilo.

Não tem, e é pena. Teve oportunidade, mas desperdiçou-a. Lamentavelmente.

Parabéns ao CITEVE e à Microsoft.

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26 de fevereiro de 2008

Desta vez, a Continental-Mabor!

A comunicação social concelhia revela que o presidente do Conselho de Administração da Continental-Mabor manifestou, por escrito na revista da empresa, o seu desagrado pela forma como a autarquia, a Câmara, ou melhor, a coligação PSD/CDS e o seu presidente, têm tratado os dossiers daquela empresa. "Um conjunto de críticas duras ao executivo autárquico liderado por Armindo Costa" refere a imprensa.

A coligação, já sabemos, não aprecia a Continental-Mabor.

Para além deste caso particular, tem demonstrado um total desprezo pelo que é, em geral, a actividade económica do concelho. Não foi capaz de captar investimento público, não foi capaz de captar investimento privado, não mostrou qualquer pingo de sensibilidade quanto ao grave problema do desemprego, não tomou outras medidas para além de descer o preço da água para a indústria e de faltar à promessa de acabar com a derrama.

Sobre o comportamento do presidente da Câmara e da coligação PSD/CDS com a Continental- Mabor já nos referimos aqui e aqui pelo que, nesta matéria, não podemos senão compreender a empresa.

Mas, conhecendo nós como todos conhecemos o cuidado que habitualmente é posto nas relações entre as empresas e o presidente da Câmara, a posição clara do presidente do Conselho de Administração só pode ser sinal de muito desagrado e talvez já de falta de paciência para suportar o tratamento que é dispensado à Continental-Mabor nos gabinetes da Câmara Municipal.


O presidente do Conselho de Administração da Continental-Mabor escreveu o que muitos outros empresários comentam: a arrogante indiferença (?) com que a coligação trata os empresários do concelho é estranha e constitui um estranhíssimo sinal, contra os interesses objectivos do Município.


Vila Nova de Famalicão precisa de empresas, empresários, empregos, criação e distribuição de valor.


A Continental-Mabor é uma grande empresa, com indiscutível importância na economia do País. Vários primeiros-ministros o reconheceram.


É ainda muito mais importante para a economia do Município.


Ao tratar uma das maiores empresas do concelho deste modo, o presidente da Câmara sabe que está a prejudicar os interesses do Município.


Em nome de quê?!


E, já agora, os deputados da coligação na Assembleia Municipal pensam todos como o presidente da Câmara? Ou é melhor assobiar para o lado?!

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1 de fevereiro de 2008

Sem vergonha

Os vereadores do Partido Socialista tomaram conhecimento, através da comunicação social, das declarações do presidente da Câmara Municipal a propósito da denúncia que o Partido Socialista fez à perseguição a que têm estado sujeitos alguns colaboradores da Autarquia.

Os vereadores do PS foram lamentavelmente insultados, ironicamente nas suas costas, pelo presidente da Câmara. Foi um insulto a despropósito e sem fundamento, indigno da posição pública que ocupa, que o devia envergonhar e que envergonha os Famalicenses.

Mas as declarações, apesar de insultuosas, não nos surpreendem: habituado a mandar e a ser obedecido, o presidente da Câmara convive mal com a independência e com a crítica, irritando-se com excessiva frequência e quebrando com muita facilidade o frágil verniz com que pretende escamotear o estilo conflituoso que cultiva quando se trata de lidar com quem tem uma opinião diferente da sua.

Os vereadores do PS, que, evidentemente, já se habituaram ao estilo, desvalorizam-no e carregam-no como um sacrifício adicional que têm de suportar para defenderem o que entendem serem os interesses dos Famalicenses. Seria impossível cumprirmos as nossas responsabilidades com independência e empenho se não fossemos capazes de relativizar muito do que o presidente afirma. O que ele diz nem sempre se escreve e a sua voz, frequentemente, não chega ao céu.

Apesar de, nestas declarações, ter deliberadamente ultrapassado os limites do combate político para recorrer ao insulto pessoal, os vereadores do PS percebem que o fez em desespero de causa. Confrontado quinzenalmente com a incompetência da maioria que lidera e que escolheu e com os problemas que ele próprio cria, o presidente não pretende senão desviar atenções e achincalhar publicamente os vereadores do PS procurando diminuir o trabalho que têm realizado na Câmara Municipal e que, está visto, o incomoda muito.

Continuará a incomodar. Mas sempre com elevação, com respeito pelo órgão autárquico que integram, pelos adversários políticos e pelos limites que a dignidade deve impor ao exercício da actividade política. Os vereadores do PS não estão, por isso, disponíveis para disputas públicas de insultos nem para baixar o nível da actividade política em Vila Nova de Famalicão.

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14 de setembro de 2007

Coincidências

O presidente da Câmara anunciou que tem um novo vice-presidente, continuando a rodar os seus vereadores num efémero cheirinho a poder acrescido.

Esta é uma forma de desvalorizar a função. Todos estão com contrato a prazo, não renovável, e o carácter instável do exercício retira-lhe peso político e, por que não?, dignidade. E, já agora, ambições…

Presidente há só um, e nas suas ausências substitui-o quem, por coincidência temporal, estiver na vice-presidência. Não o melhor, mas o da coincidência.

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25 de março de 2007

Grande Entrevista II - Uma nova forma de fazer política

"Esse apoio, dos presidentes de junta à minha pessoa, não foi maior porque foram mandados recados do senhor presidente da câmara a alguns ameaçando-os que se assinassem o documento de apoio a Jorge Carvalho, haveria retaliações da câmara para as respectivas freguesias."
JC ao "O Liberal"

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